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O Caça brasileiro: Northrop F5

E se você abrisse uma caixa e dentro tivesse um caça F5 heim?

Sabe qual o avião desse mês da caixa do Aerobook by Aviões e Músicas?? O caça F5! Além do livro contando toda a história dele, vem um adesivo exclusivo, um marca página, uma revista de aviação Aeromagazine. E olha só: Se você assinar o Aerobook este mês, escolhendo a assinatura anual, vai receber também um lindo relógio simulando um altímetro de avião. Corra pra assinar, aerobook.club ou loja do Aviões e Músicas.

Lembrando que a cada mês é um avião diferente – sempre revezando entre um Comercial, Um clássico e um militar.

Nos anos 50, com a guerra fria correndo a todo vapor, a busca de equilíbrio no poder da aviação entre as forças aéreas da URSS e USA era conseguida com o desenvolvimento de aeronaves cada vez mais modernas e complexas como os caças MiG soviéticos e os Century fighters americanos (que ia do F-100 ao F-106),

Os americanos não tinham nada parecido para poder fornecer às nações amigas, com seus caças super modernos como o Phantom II sendo grandes, caros e com restrições de transferência de tecnologias sensíveis.

A Northrop então apresentou uma versão de um pequeno caça derivado do N-156, um projeto não aprovado pela Marinha e que usava os pequenos motores GE J-85 que inicialmente foram desenvolvidos para ser usado no “drone” McDonnell ADM-20 Quail, o que fazia dele extremamente pequeno e leve. A função desse drone era desviar a atenção das defesas inimigas, dos bombardeiros que os lançavam.

O N-156 tinha uma versão de treinamento, uma outra de caça e outra para uso em porta-aviões (que não foi em frente). A versão de caça do N-156 foi rebatizada de F-5 Freedom Fighter e tinha duas versões: o F-5A de um lugar e o F-5B de dois lugares. Suas entregas começaram em 1964.