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O Boeing 767 – Desempregou Engenheiros de Voo, mas é Extremamente Confiável

Em 1970, a Boeing deu início à era das aeronaves de fuselagem larga com o lançamento do Boeing 747, que revolucionou o transporte de passageiros em longas distâncias. Só que perceberam, pelo tamanho, que ele não era uma aeronave altamente flexível, sendo grande demais para muitas empresas, rotas e aeroportos. E aí veio o pulo do gato. Senta que lá vem história especial do Boeing 767.

Em 1973, a Boeing iniciou os estudos de um substituto para o 707, em formato wide-body. Esse projeto foi batizado de 7X7. A intenção do 7X7 era preencher a lacuna entre o 747 e o 707. E era uma lacunão heim?

A pesquisa de mercado indicou que o novo avião devia transportar aproximadamente 200 passageiros; ser capaz de atravessar os EUA com uma única escala e oferecer consumo de combustível mínimo.

O novo avião teria de enfrentar um concorrente na Europa, o Airbus A300, que entraria em operação em 1974 e era um bimotor de fuselagem larga.

A questão mais complicada de se resolver era se o 7X7 teria dois ou três motores. Com dois motores seria mais leve e mais eficiente em termos de gasto com combustível; uma versão de três motores ofereceria maior alcance. Mas quais seriam exatamente as compensações? E até que ponto a tecnologia do motor provavelmente avançaria nos próximos anos?

O design do 767 foi feito com base na eficiência, e não na capacidade. A crise energética da década de 1970 tornou as companhias aéreas cientes das despesas de operação de aeronaves ineficientes e, assim, a nova tendência de custos operacionais mais baixos foi estabelecida. A Boeing pretendia que o modelo fosse entre 20 e 30% mais eficiente que seus antecessores, principalmente por meio de novos motores.

Outras decisões importantes de configuração envolveram as asas e a cauda. Ambas as decisões mostraram o conceito de família de aviões e a necessidade de projetos que sejam adaptáveis às necessidades futuras.

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